quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mais algumas idéias de paisagismo com cactos

Esse um cacto que se encontra em belos vasos fosco branco que dão um ar mais sofisticado , o nome desse cacto é Euphorbia Lactea Cristata :



Esses são cactos e suculentas em pequenos vasos que podem ser colocados em qualquer parte da casa. E o vaso do meio se trata de uma mamillaria:

Aqui temos uma mesa com vasos em cor branca e outros no mesmo tom que estão em um varanda, aqui também temos cactos e suculentas:


Aqui se trata de um jardim de cactos tendo várias espécies de pequeno porte:


Aqui mais vasos de vidro que tem suculenteas e um pqueno cacto que parece ser um cacto Astrophytum :


Aqui as mamilarias em pequenas xícaras na janela da cozinha, pois, sol é preciso para esses pequenos:


Aqui temos dois vasos com cereus da nossa caatinga embelezando a beira da piscina . Bem posicionados ao lado do jardim de parede:


Aqui temos uma coleção de cereus. Já que são ditos como protetores do lar, nada melhor que colocá-los na entrada de casa. Observaremos geralmente que os cactos, principalmente cereus estão na entrada das casas, esse está nos fundos, mas ficaria melhor na entrada, fica a dica:


Esses são cactos e suculentas de algum colecionador, vidros sempre embelezam os cactos:


Aqui os cactos já estão bem posicionados em bancos de madeira, dando um ar mais rústico, e atrás temos flores que dão mais vida aos cactos, entre os cactos estão opuntias, também o famoso cacto bola, Cactos Hildewintera Colademosensis também conhecida como Rabo De Macaco, e mamilarias:


Esse é um jardim que mistura plantas exóticas juntamente com os cactos, veja que os cereus foram bem explorados :


quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Mais uma matéria sobre o cacto Caralluma Fimbriata: O emagrecedor natural

Essa é mais uma matéria a pedido dos leitores para tirar alguma dúvidas:

Beatriz depois do tratamento com a caralluma fimbriata conseguiu perder 5 kilos em 4 meses e nada de efeitos colaterais, se diz satisfeita com o tatamento. O efeito desse fitoterápico no organismo foi descoberto a milhares e anos quando os indianos saíam para grandes caçadas e tinham a necessidade de ficar fora de casa por longos dias, eles perceberam que comendo um pedaço de um determinado cacto, a caralluma, a fome era saciada. A caralluma age no organismo de modo que você se sinta saciado e não tenha vontade de nenhum outro alimento, principalmente alimentos calóricos como o açúcar. Essa farmácia recebe por 500 receitas médicas indicando o uso da caralluma, isso significa 10 % dos pedidos de todos os fitoterápicos para emagrecer. Segundo Márcia Kellman essa substância tem o poder de causar a saciedade, em paralelo ela vai buscar energia nos estoques de gorduras que existe no corpo , entao também emagrece por mobilizar essa gordura que está acumulada, porém ela faz um alerta, apesar de ser uma planta , fitoterápico natural, funciona como chá e tem muitos chás que abortam, entao, não a chá que você pode tomar quando e a hora que quer, por isso deve se ter um acompanhando médico para evitar futuro problemas.



A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu nesta terça-feira (21/12/2010) a importação e a comercialização de todos os produtos da marca Divine Shen, usados para emagrecer. Também está interrompida a importação, fabricação e comércio da substância Caralluma fimbriata. Segundo o órgão, será investigado como o Divine Shen, um produto importado da China e registrado na Anvisa como alimento, foi misturado ao medicamento de uso controlado sibutramina.

A Caralluma fimbriata é uma planta (mais especificamente, um tipo de cacto) usada há muito tempo na Índia por quem quer controlar a fome e que tem se tornado famosa no Ocidente.

De acordo com a agência, essa substância tem ação no sistema nervoso central e é capaz de reduzir a sensação de fome. Ela cita estudos em que pacientes com histórico de doença cardiovascular podem ter aumentado o risco de doença coronariana, acidente vascular cerebral (AVC), taquicardia e aumento da pressão arterial quando expostos ao medicamento.

A presença da sibutramina nos produtos da Divine Shen foi atestada em um laudo do Instituto de Criminalística de São Paulo (IC-SP) ao examinar amostras levadas a teste pelo Ministério Público. A 2ª Promotoria de Justiça Criminal iniciou a apuração depois de receber a denúncia de que o produto estaria adulterado. A Anvisa também pretende notificar a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a OMC (Organização Mundial do Comércio) sobre o ocorrido.

A Anvisa informa que até o momento nenhum produto que contenha em sua composição a substância Caralluma fimbriata se encontra regularizado no país, tendo em vista que não há qualquer comprovação em relação à sua segurança e eficácia. Por essa razão, uma resolução da agência, publicada hoje no Diário Oficial da União, suspende a importação da Caralluma fimbriata, sua fabricação, distribuição, manipulação, comércio e o uso em todo o território nacional.

A primeira ação da Anvisa em relação às falsas alegações de propriedades relacionadas a emagrecimento foi tomada em maio deste ano, com a publicação da resolução 1992, no dia 3, que proibia a propaganda de insumos anunciados como "naturais" e com propriedades capazes de acelerar a perda de peso, entre eles a Caralluma fimbriata.

A resolução de hoje da Anvisa amplia o que previa a RE 1992/2010 porque permite que, a partir de sua publicação, as equipes das vigilância sanitária dos Estados e dos municípios possam ir aos estabelecimentos comerciais e às farmácias para retirar o produto da prateleira.


Fonte: Jornal R7.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Cacto mais alto do mundo no Guinness World Record encontrado na Índia

Dharmasthala Dharmadhikari Veerendra Heggade e sua esposa Hemavati ao lado do cacto mais alto em Dharwad.

A planta do cacto, cresceu perto de SDM Faculdade de Odontologia perto Sattur entrou no Guinness Book of World Records como a mais alta da planta. Cereus peruvianus na terminologia botânica, a planta tem uma altura de 78,8 metros.

A planta foi plantada em 15 de agosto de 2002 e pertence à família Cactaceae. Tem flores brancas em forma de funil que é de 20 cm de comprimento. Mas ele não tem todas as folhas. De Março a Outubro é a época de floração.
Antes dele, o recorde mundial foi em nome de outro cactus em Narayanpur de Dharwad. Ela tinha 72 metros de altura quando entrou para o livro dos recordes em 2004.

De acordo com o prof Parimala do departamento de Botânica da Faculdade de JSS, a planta tem sua origem na América do Sul e na Índia, que é plantada em cercas vivas e raramente é cultivada. As flores desabrocham durante a noite e fecha no período da manhã. Portanto, é também chamado de Night Blooming Cereus. Ele também tem uma fruta de cor vermelha, chamada peruana.



Fonte : http://www.worldamazingrecords.com/2010/06/world-tallest-cactus-plant-guinness.html

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Idéias de paisagismo com cactos

Por Thais Lauton

A aparência árida que muita gente não curte, é justamente o que dá personalidade aos cactos. Esta família de plantas com espinhos, que vive tanto a pleno sol como a meia-sombra pode ganhar usos particulares em projetos de paisagismo.

Na varanda, o paisagista Raul Pereira (Tel. 11 3812-0185, São Paulo, SP) fincou os vasos de cerâmica em alturas diferentes com cactos-bola (Echinocactus grusonii). O visual limpo da peça e da planta faz quase uma referência ao gosto dos moradores por obras de arte.


A segunda sugestão vem de uma edição antiga da revista francesa Maison Madame Figaro: na casa ampla e arejada, as caixas de aço galvanizado abrigam cactos logo abaixo da escada. A ideia é comum, mas a roupagem é totalmente nova e moderna. O que acham?


Fonte: http://colunas.casaejardim.globo.com/

Evolução dos Cactos Epífitos










Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Quando se fala em cactos, é comum a associação imediata com zonas secas e áridas. Mas existem grupos, como os cactos epífitos, cujo habitat se encontra em áreas úmidas da Mata Atlântica.

O cactos epífitos vivem sobre as árvores. Nascem ali, mas não estabelecem uma relação parasitária, ou seja, não utilizam os nutrientes das árvores para sobreviver – exemplos comuns de epifitismo são as orquídeas e as bromélias.

Com o objetivo de reconstruir a história evolutiva de um grupo de cactáceas, pesquisadores do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com pesquisadores do Jardim Botânico de Kew, em Londres (Reino Unido), utilizaram informações contidas em seu DNA.

O estudo se concentrou principalmente na análise de Rhipsalideae, a principal tribo de cactos epífitos, que é restrita à América do Sul. Os pesquisadores buscaram saber também, com base na história evolutiva do grupo, como as espécies – predominantemente brasileiras – assumiram a distribuição geográfica atual e como a morfologia se modificou ao longo dos anos.

“A ideia central da pesquisa foi entender quais características estariam associadas à evolução desses cactos. Buscamos entender os processos que levaram à diversificação desse grupo de cactáceas”, disse Lúcia Garcez Lohmann, professora do Departamento de Botânica do IB, à Agência FAPESP.

Lúcia coordenou o projeto “Evolução do epifitismo em Cactaceae”, que recebeu o apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular. A pesquisa também incluiu o trabalho de doutorado, com Bolsa da FAPESP, de Alice de Moraes Calvente, orientada por Lúcia e concluído este ano no IB-USP, bem como a colaboração de Daniela Zappi e de Félix Forest, ambos pesquisadores do Jardim Botânico de Kew.

“Um melhor conhecimento da história evolutiva de diferentes linhagens nos permite classificá-las de forma mais apropriada, bem como nos ajuda a reconstruir a história dos biomas ocupados por esses organismos”, disse a professora.

Esse foi o primeiro estudo filogenético realizado para entender tanto a origem evolutiva como aspectos da biologia dos cactos epífitos. “Concluímos que a classificação anterior para a tribo Rhipsalideae continha alguns grupos que não eram corroborados pelos dados provenientes do DNA, indicando que uma reavaliação da classificação da tribo era necessária, de forma que uma nova classificação, mais prática e previsível, pudesse ser estabelecida”, explicou Alice.

A bolsista coletou amostras do Rio Grande do Sul à Bahia, durante os dois primeiros anos da pesquisa. Na América do Sul, percorreu a Costa Rica, Equador, Peru e Bolívia.

Morfologicamente, os cactos epífitos são bem reduzidos, se comparados com os cactos do Semi-Árido. “Existem muitas espécies endêmicas, encontradas apenas em microáreas dentro da Mata Atlântica. Muitas ocorrem em áreas entre 800 e 1.200 metros de altitude e em árvores de grande porte”, disse.

Segundo a professora Lúcia, a pesquisa também corroborou resultados de estudos anteriores que haviam indicado que a outra linhagem de cactos epífitos – tribo Hylocereae – não é proximamente aparentada às Rhipsalideae, apesar de representarem as únicas linhagens de cactos epífitos da região Neotropical.

“Ao reconstituir a árvore genealógica de Rhipsalideae, percebemos que diversas linhagens do grupo se originaram na floresta atlântica brasileira e, subsequentemente, ocuparam outras florestas na América do Sul, América do Norte, África e Ásia. No entanto, essas transições ocorreram em momentos diferentes”, explicou.

“Outro achado de nosso estudo mostrou que em Rhipsalis, o maior gênero dos cactos epífitos, os tipos de flores são as características que melhor indicam o parentesco entre espécies”, acrescentou Alice.

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Cacto Caralluma fimbriata emagrece


Por Catarina Fávero

Sabe aquela vontade incontrolável de beliscar o dia todo que faz qualquer dieta ir por água abaixo? Está com os dias contados! Um cacto indiano, o Caralluma fimbriata, é a nova arma para inibir o apetite e ajudar na tarefa de secar os quilos extras. “A planta, crua ou em conserva, vem sendo usada há séculos na dieta da população daquele país para diminuir o apetite e dar energia”, informa o endocrinologista Filippo Pedrinola, de São Paulo. Por aqui, o princípio ativo do Caralluma é manipulado em farmácias e vendido em cápsulas, mas também pode ser importado em forma de bombom – sempre com prescrição médica. “Para desfrutar de suas propriedades, recomenda-se ingerir de 350 mg a 1 g por dia, antes do café-da-manhã, almoço e jantar”, indica a nutróloga Daniela Hueb, de Bauru (SP). Planta seca barriga Poderoso, o cacto reduz o apetite em cerca de 30%. “Ele possui substâncias que enviam ao cérebro mensagens de saciedade – mesmo que a pessoa não tenha se alimentado”, explica o endocrinologista Tércio Rocha, do Rio de Janeiro. “Estudo realizado na Índia mostrou que, além de inibir a fome, também reduz a circunferência abdominal”, destaca Pedrinola. O Caralluma bloqueia a ação das enzimas citrato liase e malonil coenzima, diminuindo a produção e o estoque de gordura. Apesar de ser natural e sem efeitos colaterais, só deve ser ingerida com indicação médica. “Vale lembrar que qualquer fitoterápico deve ser aliado de uma dieta equilibrada para surtir efeito”, diz Daniela Hueb. O preço médio do pote com cápsulas para um mês é de R$ 110. Doce detona fome Importado da Suíça, o bombom Figure Weight Loss Program Eight tem em sua fórmula o Caralluma fimbriata. Bastam três unidades por dia (30 cal. cada) para sentir a sua eficácia. Só o gosto do chocolate já ajuda a controlar a compulsão por doces! O produto não é vendido no Brasil. A Clínica Tércio Rocha importa sob encomenda para pacientes com prescrição médica. Trinta unidades custam R$ 90 reais.

domingo, 23 de agosto de 2009

Cactos Brasileiros PRESERVE!

Muito se devasta e pouco se preserva. Muitos cactos estão sendo extintos, pois, as suas principais áreas estão sendo destruídas, não é preciso nem dizer por quem. Hoje as mudanças climáticas é um dos fatores que aumenta a extinção dos cactos, queimadas principalmente, faz uma devastação imensa sabendo que muitos cactos vivem em área planas o que facilita um incêndio. As áreas com maior incidência de cactos são: Goiás, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Piauí e Bahia. Esse foi apenas um alarde. Agora algumas fotos de maravilhosos e perfeitos cactos no seu habitat natural:


discocactus zehntneri ssp boomianus













melocactus ernestii













Para ver mais imagens acesse:

http://cactoscactus.blogspot.com/2009/08/cactos-brasileiros.html

sábado, 22 de agosto de 2009

Cacto vira doce na terra de Lampião

Matéria : Glauco Araújo Do G1, em Poço Redondo (SE)

Coroa de frade é o ingrediente principal da iguaria preparada por cangaceiros. Sabor é semelhante ao doce de mamão com coco, mas tem um pouco de ardor.
Em Poço Redondo (SE), a receita de um doce está dando o que falar durante as celebrações pelos 70 anos das mortes de Lampião e Maria Bonita. É o doce de cacto. A iguaria é preparada com a coroa-de-frade, planta da família das cactáceas, muito comum na região da caatinga nordestina.
Para quem olha o doce e sabe que é feito de cacto, a impressão inicial não é das melhores, mas assim que as pessoas provam, o sabor do quitute se revela surpreendente. Semelhante ao doce de mamão com coco ou até mesmo com uma cocada mole, tanto na apresentação como no sabor, o doce de cacto é um dos mais procurados na região. Os moradores mais antigos contam que a receita, guardada parcialmente em segredo, foi elaborada por cangaceiros.
Luciana Rodrigues, 25 anos, comerciante instalada na entrada da trilha de Piranhas (AL) para a Grota de Angicos, prepara o doce da seguinte forma: ela lava, tira os espinhos e depois corta a coroa-de-frade em pedaços. Em seguida, Luciana rala o cacto e lava tudo novamente com bastante água. Depois de seco, ela os coloca na panela para cozinhar por cerca de quatro a cinco horas. “O tempo depende da qualidade da coroa-de-frade. A gente já sabe, quando pega uma para fazer o doce, o tempo que vamos demorar para o preparo”, disse. Depois de parcialmente cozido, ela acrescenta o açúcar, a canela em pó e bastante cravo. “É este último ingrediente que dá o sabor um pouco ardidinho no final. Mas nem todos os ingredientes nós revelamos. É segredo de cangaceiro”, brinca a comerciante. Ela também não conta como se descobre o ponto exato do doce, que é servido em porções equivalentes a uma colher de sopa. Cada unidade sai por R$ 0,50. “É o doce que mais vendo aqui. Além dele, também vendemos muito a ‘bala que matou Lampião’, que é feito com doce de leite.”


quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Mais fotos de cactos enxertados







As fotos laterais são de DAVI B. Vieira.

sábado, 8 de agosto de 2009

Enxerto Cactos

Clique na imagem para ver o passo a passo:

















Materiais necessários:
Faca, estilete ou gilete bem afiado;
Álcool para esterilização para evitar fungos;
Enxerto (para a base pode ser Matucana auranthiaca Hibrido, Opuntia , cereus ou outros;
Elástico(liga) ou fita para prender o cacto na base.


1º Passo
Fazer toda esterilização do material que vai ser usado (Faca, estilete ou gilete)

2º Passo
Cortar a base que vai ser feita a enxertia até onde se possa ver o tecido
vascular que é um ponto branco onde irá juntar os dois cactos. No caso
da Opuntia como base não precisa ter tanto cuidado quanto a isso, pois,
ela é bem vascularizada. Logo depois faça o corte no cacto que vai ser enxertado.

3º Passo
Juntar a base e o cacto que será enxertado e colocar o elástico para prender
bem os dois pedaços e não haver espaço ou bolha de ar entre eles, tendo o
cuidado de não apertar tanto, pois, pode machuca-los.

Pronto !
Aguarde em torno de seis dias para que as partes se juntem e só depois tire o elástico para que as duas partes fiquem bem fundidas. Depois aguarde mais uma semana antes de colocar na terra para que a base esteja cicatrizada de preferência colocando nessa base pó em canela, pois ajuda na cicatrização.
Assim as plantas terão um maior aceleramento no crescimento.
Alguns cuidados devem ser tomados. Por exemplo: alguns cactos são próprios de enxertos, ou seja, não sobrevivem caso percam a base. Caso não sejam esses cactos próprios de enxertos, quando se perde a base em caso de apodrecimento, se tira o cacto enxertado antes que a putrefação o alcance assim terá chances de salvar o cacto. Caso queira, depois de um tempo com o cacto já enraizado e forte refaça o enxerto, mas não faça isso logo após retirada do enxerto, pois, o cacto pode estar debilitado.

Cactos próprios de enxertos:










Mais conhecidos:

Gymnocalycium mihanovichii 'Hibotan'

Chamaecereus silvestrii variegata

Chamaecereus silvestrii variegata

Fontes:

http://www.toptropicals.com/

www.gargamel-cactus.com/trucs.html

http://www.bonsaimilenar.com/

diseyes.lycaeum.org/fresh/graft.htm

Orkut Comunidades:

Sementes de cactos para todos

Coleciono Cactos

Cactos e Suculentas Para Todos

B&B-Bar,Birita-Cactos/Sementes

domingo, 28 de junho de 2009

Doenças e Pragas em cactos

Em geral, os cactos são de fácil cultivo, mas existem alguns distúrbios que podem ser problemáticos.
  • Ácaro vermelho e uma praga que vive em formação semelhante a teias esbranquiçadas e descora o cacto, tornando-o bronzeado. Pulverize água e álcool se não resolver, aplique um bom acaricida. (Quando a praga já se instalou, use enxofre de 500 mg, na dosagem especificada pelo fabricante. Repita a operação a cada dez dias, durante um mês, para exterminar os ácaros em todas as suas fases).











  • Cochonilha é um pequeno inseto que suga a seiva e enfraquece o crescimento da planta. Retire-o com um palito ou passe um pincel embebido em mistura de água e álcool misturados em partes iguais.









  • Pulgões: existem vários tipos de pulgão, que podem ser pretos, amarelos, rosados ou verdes. Todos eles se reproduzem com bastante rapidez, infestando uma planta da noite para o dia. No momento em que os pulgões começam a se multiplicar, o exemplar pode ser danificado muito depressa. Atacam brotos novos, perfurando-os com um ferrão para sugar a seiva da planta. Os pulgões segregam uma substancia adocicada, que ira cair nas folhas mais baixas, formando um deposito açucarado. Em pouco tempo, a planta fica desfigurada, pois um fungo preto se desenvolve nesses depósitos cristalizados. Limpe as folhas com uma esponja macia, embebida em água e álcool misturados em partes iguais. Se os pulgões persistirem, utilize um inseticida à base de malathion, uma vez por semana, durante três semanas.










  • Podridão basal ocorre quando a base da planta começa a “melar”. Isso acontece por excesso de regas.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Cactário Jardim Botânico

Para quem não conhece:
O Jardim Botânico inaugurou no dia 26 de fevereiro de 2008, o Cactário com mais de cem novas espécies de cactos e suculentas que se somarão à coleção existente no Jardim. As estufas, que estavam fechadas há mais de dez anos, foram reabertas totalmente reformadas, com o patrocínio das empresas Blue Man e Espaço Botânico, responsáveis pela aquisição de inúmeros cactos nativos e exóticos, escolhidos criteriosamente pela coordenadoria das coleções vivas da instituição e pela execução de um novo projeto paisagístico.O Cactário ganhou uma coleção temática inteiramente nova e dentro dos padrões recomendados internacionalmente para a conservação de espécies em Jardins Botânicos. Isso foi possível devido a enorme diversidade atingida e por se obter dados sobre as localidades de origem de muitos dos cactos doados.O espaço será composto por quatro partes principais. Cactos em estufas estarão distribuídos de forma ornamental ou científica. Nas áreas externas estarão um conjunto com cactos prioritariamente brasileiros, outro com cactos exóticos (não nativos) e, por último, o canteiro denominado “Parece mas não é”, formado por plantas que se assemelham aos cactos mas pertencem a outras famílias botânicas.Apesar de os canteiros da flora brasileira de cactos já se encontrarem ricos e diversos, com exemplares oriundos principalmente dos estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a coordenadoria está organizando uma agenda de expedições botânicas para a busca de espécies em outras áreas como, por exemplo, o Rio Grande do Sul, que é sabidamente o estado brasileiro com maior diversidade de cactos.
Imagem: Cereus espiral
Para ver mais imagens do cactário acesse:

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Cereus um verdadeiro império

Para jardins rochosos faz parte da estrutura do jardim e sua cor azulada e em outras verde confere atrativo interessante se misturado a outros colunares. Chamam atenção muitas vezes por sua estrutura que galgam. Ao passar do tempo se tornam belas esculturas que enfeitam a fachada de casas e jardins com grandes estruturas.

















Opuntia ficus-indica produz fruto comestível

O cacto de pera espinhosa (Opuntia ficus-indica) é útil na paisagem para o impacto dramático, adicionando uma sensação do sudoeste a toda a paisagem. O cacto do Opuntia igualmente tem almofadas comestíveis e fornece as peras vermelhas do cacto do comércio. Esta variedade do cacto cresce selvagem nos Estados Unidos e no México do sudoeste. O cacto de pera espinhosa tem profundamente - as almofadas de ramificação verdes, crescem até 15 pés altos e tão de largura ao redor dentro tão pouco quanto 5 anos. As almofadas ovais do cacto podem ter até três pés de comprimento e sobre um pé transversalmente.









As peras do cacto têm a textura da melancia e um gosto como peras ou uma banana suave, doce. São elevada na fibra demasiado. As sementes são pretas e sobre o tamanho de uma ervilha. Você pode igualmente comer as almofadas cruas ou cozinhou. As almofadas novas, verde-clara do cacto são as melhores para comer. Os espinhos devem ser lavados ou raspado fora antes que a pele do cacto esteja descascada.
















fonte: http://www.theGardenPages.com

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Plantação de cactos

Olha só que perfeição. Coloquei essa imagem para a atenção com a terra seca e com esses cactos maravilhosos. Mas fácil um cacto morrer por excesso de água do que por falta dela.

domingo, 14 de junho de 2009

Curiosidades

A origem do nome: o termo 'cactos' foi usado há cerca de 300 anos antes de Cristo pelo grego Teofrastus. Em seu trabalho chamado Historia Plantarum, ele associa o nome cacto à plantas com fortes espinhos. Embora os cactos possam ter formas diversas, ainda hoje associamos a idéia de que são plantas com muitos espinhos.
Nem todas as plantas que mantêm água dentro da sua estrutura são cactos. Essa característica também é comum às plantas suculentas. A diferença é que os cactos têm apenas caule e espinhos e as suculentos também têm folhas e nem sempre espinhos.
Todos os cactos florescem, porém algumas espécies só dão flores após os 80 anos de idade ou atingir altura superior a dois metros. Depois da primeira floração, todo ano, na mesma época, as flores voltam a aparecer.
Algumas espécies dão frutos comestíveis. É o caso do cacto mexicano Opuntia Ficus-indica, que produz o conhecido figo-da-índia.
Cactos podem viver até 200 anos e alcançar 20 metros de altura (como o Cornegia gigantea, originário dos EUA e México). Mas também existem espécies minúsculas. A menor conhecida é o Blosfeldia liliputana, dos Andes bolivianos, com apenas 0,5 centímetros de diâmetro.
Apesar de 92% de sua estrutura ser composta por água, a presença do cacto indica sempre um solo pobre e seco.
No mundo, existem mais de duas mil espécies de cactos catalogadas. Só no Brasil, são mais de 300 tipos.
Os cactos reproduzem-se tanto por sementes quanto por estacas.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (www.estadao.com.br)

Cultivo

Em Vasos
Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos minicactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os minicactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.




















Água
Este é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água. Em caso de putrefação(aprodrecimento do cacto) o melhor a se fazer é cortar a base do cacto que apodreceu passar canela para acelerar o processo de cicatrização esperar a cicatrização até que comece enraizar o que pode demorar um pouco, depois fazer o replantio. Caso o cacto não esteja tão debilitada coloque a planta ao sol para que perca esse excesso de água. Ou tentar fazer um enxerto com esse cacto fazendo o mesmo processo sem a canela, apenas cortando até a parte do cacto aprodrecido e enxertar em um cavalo.


Terra e fertilizante
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia(dessas usadas em construção) e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar. Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

Em Jardins
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada. Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los. O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.
Prepare as covas: para espécies que chegam a mais de dois metros de altura, faça covas com cerca de 40 centímetros de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 centímetros. Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).
Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, para auxiliar na drenagem. Para fertilizar cactos de jardim, siga a mesma periodicidade indicada para os cactos de vasos.
É importante lembrar que para conseguir um bonito efeito com cactos em jardins é necessário saber escolher bem as espécies, que devem ter a resistência necessária à exposição direta aos raios solares, à chuva e ao vento constante. Uma boa idéia é consultar um produtor ou especialista na hora da compra, para ter certeza de escolher os tipos de cactos adequados ao seu jardim.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (http://www.estadao.com.br/)

Cacto Coroa de Frade


Veja cacto com fruto:
Já o 'coroa-de-frade' (Melocactus macrodiscus) ocorre do México até o Peru e, também, no Brasil. Seu nome foi inspirado no fato de apresentar uma estrutura rosada, formada por pequenas cerdas e minúsculos espinhos, no alto da planta, como se fosse uma coroa. De dentro dessa estrutura é que saem as flores. No Rio de Janeiro, o 'coroa-de-frade' quase não existe mais por causa da destruição dos ambientes onde ele costuma ocorrer, como as restingas.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (www.estadao.com.br)
Observação: Segundo José Fraga (Zeca dasPipas) em uma restinga em Macaé o cacto Coroa de Frade ocorre em grande abundância, agradecemos pela informação Senhor José Fraga, muito bom saber que esse cacto não corre risco de extinção, abraço à todos e continuemos preservando.

O Cacto

Planta suculenta da família das cactáceas que apresenta de espinhos e é adaptada a climas áridos.
Mas é claro que nos amadores e cultivadores desse lindo ser não nos restringimos somente a esse conceito de planta com espinhos. Essa é uma das mais belas plantas que existe. Ao mesmo tempo que tem seus espinhos precisa de carinho e cuidado. Não basta deixar sem água e esquece-lo precisa de cultivo de muda, claro que com muito cuidado tanto com ele quanto aos seus dedos que podem ficar repleto desses espinhos, nada que uma pinça não ajude. Seja mais um criador e veja o quão belo é esse ser que te surpreende a cada nova folha ou a uma flor. Claro que alguns podem ter dar essa surpresa só depois de 80 anos. Isso mesmo, alguns cactos florescem só depois do 80 anos, outros cactos produzem frutos. É isso ao longo desse blog pretendo mostrar esse precioso ser.

Animais e plantas são adaptados aos locais onde vivem pois, de outra maneira, não resistiriam. Os cientistas acreditam que por um processo chamado evolução, os seres vivos se diversificaram e, assim, puderam ocupar os mais diferentes ambientes. Alguns grupos de plantas se tornaram especialistas em viver nas regiões secas, entre os quais estão os cactos – plantas da Família das Cactáceas. Mesmo atravessando longos períodos sem chuvas, eles conseguem permanecer verdes e vigorosos. Suas formas são variadas, a maioria tem espinhos e alguns dão flores muito vistosas, atraindo insetos, pássaros e até morcegos! Quanto aos tamanhos, podem ser pequenos (com dois centímetros de altura, por exemplo) ou ter até dez metros de altura.
Embora sejam adaptados à vida em áreas secas, no Brasil, podemos encontrar cactos em diversos tipos de ambientes. No Nordeste temos o mandacaru, uma espécie que simboliza a região. Ao longo do litoral, nas restingas, os cactos fazem parte da paisagem, já que resistem ao sol forte e ao calor excessivo das areias nos meses de verão. Há, também, os cactos chamados 'flores-de-maio', que são cactos ornamentais encontrados facilmente em floriculturas e que, na natureza, ocorrem em florestas que vão do estado de Santa Catarina até o estado do Espírito Santo.
Nas Américas, os cactos podem ser encontrados desde o Canadá (norte da América do Norte) até a Patagônia (no extremo sul da América do Sul). Ao todo, são aproximadamente duas mil espécies, vivendo desde o nível do mar até em montanhas de 4.500 metros de altitude. Enfim, há cactos em lugares onde cai neve, como no Canadá e nos Andes, e sobre troncos de árvores de florestas, como na Mata Atlântica.
É interessante destacar que os locais muito frios apresentam também clima seco e a água disponível na forma de gelo ou neve não está no estado que a planta necessita. Logo, nesses locais o cacto também precisa ser um especialista em driblar a sede para resistir. No caso das espécies de cactos que vivem nas florestas, vale a pena lembrar aquela velha história de que em toda regra há exceção. Isso quer dizer que, embora a família das Cactáceas seja melhor adaptada a ambientes áridos, existem espécies que não resistem à muita seca e por isso são mais adaptadas a ambientes florestais. Mas, no caso dos cactos que vivem no alto das árvores, existe também a exposição ao sol e ao vento, o que também torna o ambiente hostil.
Os cactos são mais adaptados a ambientes muito secos, em geral, em solos formados por cascalho e areia, onde a água escoa muito rapidamente. Além disso, preferem ambientes abertos e com muita insolação, em regiões também de clima seco.
Uma das adaptações do cacto para viver nesta situação é apresentar raízes superficiais, muito longas e ramificadas, permitindo o aproveitamento de uma grande área de solo que permanece úmida por pouco tempo quando chove. Há espécies que têm uma raiz principal muito grossa para acumular um bom volume de água e substâncias nutritivas. Muitas vezes, essas raízes são mais grossas que a parte aérea da planta.
Os cactos podem ter forma globosa, que são os redondos; colunar, que são os compridos; ou achatadas, como as palmas - cujo nome científico é Opuntia - que costumam servir de alimento para o gado no Nordeste. Essas palmas em especial não têm espinhos, assim não machucam o gado ao serem mastigadas. Porém, os parentes selvagens dessa espécie apresentam muitos espinhos para se protegerem.
E como se dá o acúmulo de água no corpo que faz a planta resistir a longos períodos de seca? A pele, ou cutícula, dos cactos é espessa e apresenta uma cera que ajuda a evitar a perda de água por transpiração. A planta tem também estômatos - estruturas semelhantes aos nossos poros -, que durante o dia, sob sol forte, permanecem fechados para evitar a perda da água na forma de vapor.
Os espinhos são uma característica marcante dos cactos. Na verdade, eles representam folhas que se reduziram no processo de evolução dessa planta. Essa é uma outra maneira de reduzir a perda de água, porque sem as folhas eles evitam ainda mais a transpiração. Os espinhos também protegem o cacto contra predadores e podem, ainda, ser importantes na dispersão da plantas. Alguns animais podem ter partes de cactos, como as palmas, ou mesmo plantas inteiras aderidas a seus pêlos e, assim, transportá-las para outros locais, onde poderão brotar.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (www.estadao.com.br)