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Mais uma matéria sobre o cacto Caralluma Fimbriata: O emagrecedor natural

Essa é mais uma matéria a pedido dos leitores para tirar alguma dúvidas:

Beatriz depois do tratamento com a caralluma fimbriata conseguiu perder 5 kilos em 4 meses e nada de efeitos colaterais, se diz satisfeita com o tatamento. O efeito desse fitoterápico no organismo foi descoberto a milhares e anos quando os indianos saíam para grandes caçadas e tinham a necessidade de ficar fora de casa por longos dias, eles perceberam que comendo um pedaço de um determinado cacto, a caralluma, a fome era saciada. A caralluma age no organismo de modo que você se sinta saciado e não tenha vontade de nenhum outro alimento, principalmente alimentos calóricos como o açúcar. Essa farmácia recebe por 500 receitas médicas indicando o uso da caralluma, isso significa 10 % dos pedidos de todos os fitoterápicos para emagrecer. Segundo Márcia Kellman essa substância tem o poder de causar a saciedade, em paralelo ela vai buscar energia nos estoques de gorduras que existe no corpo , entao também emagrece por mobilizar essa gordura que está acumulada, porém ela faz um alerta, apesar de ser uma planta , fitoterápico natural, funciona como chá e tem muitos chás que abortam, entao, não a chá que você pode tomar quando e a hora que quer, por isso deve se ter um acompanhando médico para evitar futuro problemas.



A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) suspendeu nesta terça-feira (21/12/2010) a importação e a comercialização de todos os produtos da marca Divine Shen, usados para emagrecer. Também está interrompida a importação, fabricação e comércio da substância Caralluma fimbriata. Segundo o órgão, será investigado como o Divine Shen, um produto importado da China e registrado na Anvisa como alimento, foi misturado ao medicamento de uso controlado sibutramina.

A Caralluma fimbriata é uma planta (mais especificamente, um tipo de cacto) usada há muito tempo na Índia por quem quer controlar a fome e que tem se tornado famosa no Ocidente.

De acordo com a agência, essa substância tem ação no sistema nervoso central e é capaz de reduzir a sensação de fome. Ela cita estudos em que pacientes com histórico de doença cardiovascular podem ter aumentado o risco de doença coronariana, acidente vascular cerebral (AVC), taquicardia e aumento da pressão arterial quando expostos ao medicamento.

A presença da sibutramina nos produtos da Divine Shen foi atestada em um laudo do Instituto de Criminalística de São Paulo (IC-SP) ao examinar amostras levadas a teste pelo Ministério Público. A 2ª Promotoria de Justiça Criminal iniciou a apuração depois de receber a denúncia de que o produto estaria adulterado. A Anvisa também pretende notificar a OMS (Organização Mundial de Saúde) e a OMC (Organização Mundial do Comércio) sobre o ocorrido.

A Anvisa informa que até o momento nenhum produto que contenha em sua composição a substância Caralluma fimbriata se encontra regularizado no país, tendo em vista que não há qualquer comprovação em relação à sua segurança e eficácia. Por essa razão, uma resolução da agência, publicada hoje no Diário Oficial da União, suspende a importação da Caralluma fimbriata, sua fabricação, distribuição, manipulação, comércio e o uso em todo o território nacional.

A primeira ação da Anvisa em relação às falsas alegações de propriedades relacionadas a emagrecimento foi tomada em maio deste ano, com a publicação da resolução 1992, no dia 3, que proibia a propaganda de insumos anunciados como "naturais" e com propriedades capazes de acelerar a perda de peso, entre eles a Caralluma fimbriata.

A resolução de hoje da Anvisa amplia o que previa a RE 1992/2010 porque permite que, a partir de sua publicação, as equipes das vigilância sanitária dos Estados e dos municípios possam ir aos estabelecimentos comerciais e às farmácias para retirar o produto da prateleira.


Fonte: Jornal R7.

Cacto mais alto do mundo no Guinness World Record encontrado na Índia

Dharmasthala Dharmadhikari Veerendra Heggade e sua esposa Hemavati ao lado do cacto mais alto em Dharwad.

A planta do cacto, cresceu perto de SDM Faculdade de Odontologia perto Sattur entrou no Guinness Book of World Records como a mais alta da planta. Cereus peruvianus na terminologia botânica, a planta tem uma altura de 78,8 metros.

A planta foi plantada em 15 de agosto de 2002 e pertence à família Cactaceae. Tem flores brancas em forma de funil que é de 20 cm de comprimento. Mas ele não tem todas as folhas. De Março a Outubro é a época de floração.
Antes dele, o recorde mundial foi em nome de outro cactus em Narayanpur de Dharwad. Ela tinha 72 metros de altura quando entrou para o livro dos recordes em 2004.

De acordo com o prof Parimala do departamento de Botânica da Faculdade de JSS, a planta tem sua origem na América do Sul e na Índia, que é plantada em cercas vivas e raramente é cultivada. As flores desabrocham durante a noite e fecha no período da manhã. Portanto, é também chamado de Night Blooming Cereus. Ele também tem uma fruta de cor vermelha, chamada peruana.



Fonte : http://www.worldamazingrecords.com/2010/06/world-tallest-cactus-plant-guinness.html

Idéias de paisagismo com cactos

Por Thais Lauton

A aparência árida que muita gente não curte, é justamente o que dá personalidade aos cactos. Esta família de plantas com espinhos, que vive tanto a pleno sol como a meia-sombra pode ganhar usos particulares em projetos de paisagismo.

Na varanda, o paisagista Raul Pereira (Tel. 11 3812-0185, São Paulo, SP) fincou os vasos de cerâmica em alturas diferentes com cactos-bola (Echinocactus grusonii). O visual limpo da peça e da planta faz quase uma referência ao gosto dos moradores por obras de arte.


A segunda sugestão vem de uma edição antiga da revista francesa Maison Madame Figaro: na casa ampla e arejada, as caixas de aço galvanizado abrigam cactos logo abaixo da escada. A ideia é comum, mas a roupagem é totalmente nova e moderna. O que acham?


Fonte: http://colunas.casaejardim.globo.com/

Evolução dos Cactos Epífitos










Por Alex Sander Alcântara

Agência FAPESP – Quando se fala em cactos, é comum a associação imediata com zonas secas e áridas. Mas existem grupos, como os cactos epífitos, cujo habitat se encontra em áreas úmidas da Mata Atlântica.

O cactos epífitos vivem sobre as árvores. Nascem ali, mas não estabelecem uma relação parasitária, ou seja, não utilizam os nutrientes das árvores para sobreviver – exemplos comuns de epifitismo são as orquídeas e as bromélias.

Com o objetivo de reconstruir a história evolutiva de um grupo de cactáceas, pesquisadores do Instituto de Biociências (IB) da Universidade de São Paulo (USP), em colaboração com pesquisadores do Jardim Botânico de Kew, em Londres (Reino Unido), utilizaram informações contidas em seu DNA.

O estudo se concentrou principalmente na análise de Rhipsalideae, a principal tribo de cactos epífitos, que é restrita à América do Sul. Os pesquisadores buscaram saber também, com base na história evolutiva do grupo, como as espécies – predominantemente brasileiras – assumiram a distribuição geográfica atual e como a morfologia se modificou ao longo dos anos.

“A ideia central da pesquisa foi entender quais características estariam associadas à evolução desses cactos. Buscamos entender os processos que levaram à diversificação desse grupo de cactáceas”, disse Lúcia Garcez Lohmann, professora do Departamento de Botânica do IB, à Agência FAPESP.

Lúcia coordenou o projeto “Evolução do epifitismo em Cactaceae”, que recebeu o apoio da FAPESP na modalidade Auxílio à Pesquisa – Regular. A pesquisa também incluiu o trabalho de doutorado, com Bolsa da FAPESP, de Alice de Moraes Calvente, orientada por Lúcia e concluído este ano no IB-USP, bem como a colaboração de Daniela Zappi e de Félix Forest, ambos pesquisadores do Jardim Botânico de Kew.

“Um melhor conhecimento da história evolutiva de diferentes linhagens nos permite classificá-las de forma mais apropriada, bem como nos ajuda a reconstruir a história dos biomas ocupados por esses organismos”, disse a professora.

Esse foi o primeiro estudo filogenético realizado para entender tanto a origem evolutiva como aspectos da biologia dos cactos epífitos. “Concluímos que a classificação anterior para a tribo Rhipsalideae continha alguns grupos que não eram corroborados pelos dados provenientes do DNA, indicando que uma reavaliação da classificação da tribo era necessária, de forma que uma nova classificação, mais prática e previsível, pudesse ser estabelecida”, explicou Alice.

A bolsista coletou amostras do Rio Grande do Sul à Bahia, durante os dois primeiros anos da pesquisa. Na América do Sul, percorreu a Costa Rica, Equador, Peru e Bolívia.

Morfologicamente, os cactos epífitos são bem reduzidos, se comparados com os cactos do Semi-Árido. “Existem muitas espécies endêmicas, encontradas apenas em microáreas dentro da Mata Atlântica. Muitas ocorrem em áreas entre 800 e 1.200 metros de altitude e em árvores de grande porte”, disse.

Segundo a professora Lúcia, a pesquisa também corroborou resultados de estudos anteriores que haviam indicado que a outra linhagem de cactos epífitos – tribo Hylocereae – não é proximamente aparentada às Rhipsalideae, apesar de representarem as únicas linhagens de cactos epífitos da região Neotropical.

“Ao reconstituir a árvore genealógica de Rhipsalideae, percebemos que diversas linhagens do grupo se originaram na floresta atlântica brasileira e, subsequentemente, ocuparam outras florestas na América do Sul, América do Norte, África e Ásia. No entanto, essas transições ocorreram em momentos diferentes”, explicou.

“Outro achado de nosso estudo mostrou que em Rhipsalis, o maior gênero dos cactos epífitos, os tipos de flores são as características que melhor indicam o parentesco entre espécies”, acrescentou Alice.

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/

Cacto Caralluma fimbriata emagrece


Por Catarina Fávero

Sabe aquela vontade incontrolável de beliscar o dia todo que faz qualquer dieta ir por água abaixo? Está com os dias contados! Um cacto indiano, o Caralluma fimbriata, é a nova arma para inibir o apetite e ajudar na tarefa de secar os quilos extras. “A planta, crua ou em conserva, vem sendo usada há séculos na dieta da população daquele país para diminuir o apetite e dar energia”, informa o endocrinologista Filippo Pedrinola, de São Paulo. Por aqui, o princípio ativo do Caralluma é manipulado em farmácias e vendido em cápsulas, mas também pode ser importado em forma de bombom – sempre com prescrição médica. “Para desfrutar de suas propriedades, recomenda-se ingerir de 350 mg a 1 g por dia, antes do café-da-manhã, almoço e jantar”, indica a nutróloga Daniela Hueb, de Bauru (SP). Planta seca barriga Poderoso, o cacto reduz o apetite em cerca de 30%. “Ele possui substâncias que enviam ao cérebro mensagens de saciedade – mesmo que a pessoa não tenha se alimentado”, explica o endocrinologista Tércio Rocha, do Rio de Janeiro. “Estudo realizado na Índia mostrou que, além de inibir a fome, também reduz a circunferência abdominal”, destaca Pedrinola. O Caralluma bloqueia a ação das enzimas citrato liase e malonil coenzima, diminuindo a produção e o estoque de gordura. Apesar de ser natural e sem efeitos colaterais, só deve ser ingerida com indicação médica. “Vale lembrar que qualquer fitoterápico deve ser aliado de uma dieta equilibrada para surtir efeito”, diz Daniela Hueb. O preço médio do pote com cápsulas para um mês é de R$ 110. Doce detona fome Importado da Suíça, o bombom Figure Weight Loss Program Eight tem em sua fórmula o Caralluma fimbriata. Bastam três unidades por dia (30 cal. cada) para sentir a sua eficácia. Só o gosto do chocolate já ajuda a controlar a compulsão por doces! O produto não é vendido no Brasil. A Clínica Tércio Rocha importa sob encomenda para pacientes com prescrição médica. Trinta unidades custam R$ 90 reais.