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Doenças e Pragas em cactos

Em geral, os cactos são de fácil cultivo, mas existem alguns distúrbios que podem ser problemáticos.
  • Ácaro vermelho e uma praga que vive em formação semelhante a teias esbranquiçadas e descora o cacto, tornando-o bronzeado. Pulverize água e álcool se não resolver, aplique um bom acaricida. (Quando a praga já se instalou, use enxofre de 500 mg, na dosagem especificada pelo fabricante. Repita a operação a cada dez dias, durante um mês, para exterminar os ácaros em todas as suas fases).











  • Cochonilha é um pequeno inseto que suga a seiva e enfraquece o crescimento da planta. Retire-o com um palito ou passe um pincel embebido em mistura de água e álcool misturados em partes iguais.









  • Pulgões: existem vários tipos de pulgão, que podem ser pretos, amarelos, rosados ou verdes. Todos eles se reproduzem com bastante rapidez, infestando uma planta da noite para o dia. No momento em que os pulgões começam a se multiplicar, o exemplar pode ser danificado muito depressa. Atacam brotos novos, perfurando-os com um ferrão para sugar a seiva da planta. Os pulgões segregam uma substancia adocicada, que ira cair nas folhas mais baixas, formando um deposito açucarado. Em pouco tempo, a planta fica desfigurada, pois um fungo preto se desenvolve nesses depósitos cristalizados. Limpe as folhas com uma esponja macia, embebida em água e álcool misturados em partes iguais. Se os pulgões persistirem, utilize um inseticida à base de malathion, uma vez por semana, durante três semanas.










  • Podridão basal ocorre quando a base da planta começa a “melar”. Isso acontece por excesso de regas.

Cactário Jardim Botânico

Para quem não conhece:
O Jardim Botânico inaugurou no dia 26 de fevereiro de 2008, o Cactário com mais de cem novas espécies de cactos e suculentas que se somarão à coleção existente no Jardim. As estufas, que estavam fechadas há mais de dez anos, foram reabertas totalmente reformadas, com o patrocínio das empresas Blue Man e Espaço Botânico, responsáveis pela aquisição de inúmeros cactos nativos e exóticos, escolhidos criteriosamente pela coordenadoria das coleções vivas da instituição e pela execução de um novo projeto paisagístico.O Cactário ganhou uma coleção temática inteiramente nova e dentro dos padrões recomendados internacionalmente para a conservação de espécies em Jardins Botânicos. Isso foi possível devido a enorme diversidade atingida e por se obter dados sobre as localidades de origem de muitos dos cactos doados.O espaço será composto por quatro partes principais. Cactos em estufas estarão distribuídos de forma ornamental ou científica. Nas áreas externas estarão um conjunto com cactos prioritariamente brasileiros, outro com cactos exóticos (não nativos) e, por último, o canteiro denominado “Parece mas não é”, formado por plantas que se assemelham aos cactos mas pertencem a outras famílias botânicas.Apesar de os canteiros da flora brasileira de cactos já se encontrarem ricos e diversos, com exemplares oriundos principalmente dos estados da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, a coordenadoria está organizando uma agenda de expedições botânicas para a busca de espécies em outras áreas como, por exemplo, o Rio Grande do Sul, que é sabidamente o estado brasileiro com maior diversidade de cactos.
Imagem: Cereus espiral
Para ver mais imagens do cactário acesse:

Cereus um verdadeiro império

Para jardins rochosos faz parte da estrutura do jardim e sua cor azulada e em outras verde confere atrativo interessante se misturado a outros colunares. Chamam atenção muitas vezes por sua estrutura que galgam. Ao passar do tempo se tornam belas esculturas que enfeitam a fachada de casas e jardins com grandes estruturas.

















Opuntia ficus-indica produz fruto comestível

O cacto de pera espinhosa (Opuntia ficus-indica) é útil na paisagem para o impacto dramático, adicionando uma sensação do sudoeste a toda a paisagem. O cacto do Opuntia igualmente tem almofadas comestíveis e fornece as peras vermelhas do cacto do comércio. Esta variedade do cacto cresce selvagem nos Estados Unidos e no México do sudoeste. O cacto de pera espinhosa tem profundamente - as almofadas de ramificação verdes, crescem até 15 pés altos e tão de largura ao redor dentro tão pouco quanto 5 anos. As almofadas ovais do cacto podem ter até três pés de comprimento e sobre um pé transversalmente.









As peras do cacto têm a textura da melancia e um gosto como peras ou uma banana suave, doce. São elevada na fibra demasiado. As sementes são pretas e sobre o tamanho de uma ervilha. Você pode igualmente comer as almofadas cruas ou cozinhou. As almofadas novas, verde-clara do cacto são as melhores para comer. Os espinhos devem ser lavados ou raspado fora antes que a pele do cacto esteja descascada.
















fonte: http://www.theGardenPages.com

Plantação de cactos

Olha só que perfeição. Coloquei essa imagem para a atenção com a terra seca e com esses cactos maravilhosos. Mas fácil um cacto morrer por excesso de água do que por falta dela.

Curiosidades

A origem do nome: o termo 'cactos' foi usado há cerca de 300 anos antes de Cristo pelo grego Teofrastus. Em seu trabalho chamado Historia Plantarum, ele associa o nome cacto à plantas com fortes espinhos. Embora os cactos possam ter formas diversas, ainda hoje associamos a idéia de que são plantas com muitos espinhos.
Nem todas as plantas que mantêm água dentro da sua estrutura são cactos. Essa característica também é comum às plantas suculentas. A diferença é que os cactos têm apenas caule e espinhos e as suculentos também têm folhas e nem sempre espinhos.
Todos os cactos florescem, porém algumas espécies só dão flores após os 80 anos de idade ou atingir altura superior a dois metros. Depois da primeira floração, todo ano, na mesma época, as flores voltam a aparecer.
Algumas espécies dão frutos comestíveis. É o caso do cacto mexicano Opuntia Ficus-indica, que produz o conhecido figo-da-índia.
Cactos podem viver até 200 anos e alcançar 20 metros de altura (como o Cornegia gigantea, originário dos EUA e México). Mas também existem espécies minúsculas. A menor conhecida é o Blosfeldia liliputana, dos Andes bolivianos, com apenas 0,5 centímetros de diâmetro.
Apesar de 92% de sua estrutura ser composta por água, a presença do cacto indica sempre um solo pobre e seco.
No mundo, existem mais de duas mil espécies de cactos catalogadas. Só no Brasil, são mais de 300 tipos.
Os cactos reproduzem-se tanto por sementes quanto por estacas.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (www.estadao.com.br)

Cultivo

Em Vasos
Os cactos necessitam de sol, ventilação e não suportam excesso de umidade. Isso é o básico para quem deseja cultivar cactos. A exceção fica por conta dos minicactos (aqueles que encontramos até em supermercados, em pequenos vasinhos) que, em geral, têm menos de três anos. Como ainda são bem jovens, os minicactos apresentam menor resistência à exposição direta dos raios solares. Neste caso, é melhor colocá-los em áreas claras e arejadas, mas longe da luz solar direta.




















Água
Este é talvez o fator mais importante para o sucesso no cultivo de cactos. A quantidade de água necessária para a manutenção destas plantas depende de outros fatores (terra, drenagem, temperatura, etc.), sendo difícil determinar uma periodicidade exata para as regas. Mas, dá para chegar numa média, de acordo com os períodos do ano. No verão, as espécies com mais de três anos devem ser regadas a cada 5 ou 6 dias; já os minicactos a cada 4 dias. No inverno, os cactos mais velhos devem receber água a cada 12 dias e os jovens a cada 8 dias. Toda a terra ao redor deverá ser molhada, mas não encharcada. Deixe que a água seja absorvida antes de colocar mais água. Em caso de putrefação(aprodrecimento do cacto) o melhor a se fazer é cortar a base do cacto que apodreceu passar canela para acelerar o processo de cicatrização esperar a cicatrização até que comece enraizar o que pode demorar um pouco, depois fazer o replantio. Caso o cacto não esteja tão debilitada coloque a planta ao sol para que perca esse excesso de água. Ou tentar fazer um enxerto com esse cacto fazendo o mesmo processo sem a canela, apenas cortando até a parte do cacto aprodrecido e enxertar em um cavalo.


Terra e fertilizante
A mistura de terra indicada para o cultivo de cactos pode ser obtida misturando partes iguais de areia(dessas usadas em construção) e de uma boa terra para plantas caseiras. Para fertilizar, recomenda-se, uma vez por mês, substituir a água da rega por um fertilizante líquido básico para plantas verdes diluído na proporção indicada pelo fabricante.

Replantio
Uma questão que sempre se levanta é o replantio dos cactos: geralmente, o cacto deve ser replantado quando o vaso estiver pequeno demais para a planta, lembrando que a mistura de terra do novo vaso deve conter terra vegetal e areia (dessas usadas em construção), para garantir a boa drenagem. Além disso, para retirar o cacto do antigo vaso é preciso muito cuidado, pois os espinhos podem machucar. Uma boa dica é usar folhas de jornal dobradas várias vezes, em forma de tira, para envolver o cacto e desprender suas raízes com a outra mão (basta torcer levemente o vaso), sem forçar muito, para não quebrar a planta. Depois de solto, é só encaixar o cacto no novo recipiente. Com uma ferramenta de jardinagem pequena, pressione a terra do vaso, para firmar bem a planta.

Em Jardins
O plantio de cactos em jardins pede outros cuidados. O principal deles é escolher o local adequado para evitar acúmulo de umidade. Não se deve escolher um local baixo ou em desnível, para evitar que a água das chuvas forme poças ou fique parada. Como já foi explicado, a água em excesso causa o apodrecimento dos cactos e pode até matá-los. O ideal é escolher um local mais alto ou até fazer um morrinho, amontoando terra e apoiando com pedras. O aspecto visual fica bem interessante.
Prepare as covas: para espécies que chegam a mais de dois metros de altura, faça covas com cerca de 40 centímetros de profundidade; para espécies menores (as mais comuns) faça covas rasas, com cerca de 15 centímetros. Coloque no fundo das covas, uma camada de pedrinhas (tipo brita) e, por cima, coloque a mistura de terra (pode-se usar a terra retirada do buraco, misturada à areia de construção e terra vegetal, tudo em partes iguais).
Plante os cactos usando a dica de segurá-los com a faixa de jornal. Em volta dele, por cima da terra, espalhe outra camada de pedrinhas, para auxiliar na drenagem. Para fertilizar cactos de jardim, siga a mesma periodicidade indicada para os cactos de vasos.
É importante lembrar que para conseguir um bonito efeito com cactos em jardins é necessário saber escolher bem as espécies, que devem ter a resistência necessária à exposição direta aos raios solares, à chuva e ao vento constante. Uma boa idéia é consultar um produtor ou especialista na hora da compra, para ter certeza de escolher os tipos de cactos adequados ao seu jardim.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (http://www.estadao.com.br/)

Cacto Coroa de Frade


Veja cacto com fruto:
Já o 'coroa-de-frade' (Melocactus macrodiscus) ocorre do México até o Peru e, também, no Brasil. Seu nome foi inspirado no fato de apresentar uma estrutura rosada, formada por pequenas cerdas e minúsculos espinhos, no alto da planta, como se fosse uma coroa. De dentro dessa estrutura é que saem as flores. No Rio de Janeiro, o 'coroa-de-frade' quase não existe mais por causa da destruição dos ambientes onde ele costuma ocorrer, como as restingas.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (www.estadao.com.br)
Observação: Segundo José Fraga (Zeca dasPipas) em uma restinga em Macaé o cacto Coroa de Frade ocorre em grande abundância, agradecemos pela informação Senhor José Fraga, muito bom saber que esse cacto não corre risco de extinção, abraço à todos e continuemos preservando.

O Cacto

Planta suculenta da família das cactáceas que apresenta de espinhos e é adaptada a climas áridos.
Mas é claro que nos amadores e cultivadores desse lindo ser não nos restringimos somente a esse conceito de planta com espinhos. Essa é uma das mais belas plantas que existe. Ao mesmo tempo que tem seus espinhos precisa de carinho e cuidado. Não basta deixar sem água e esquece-lo precisa de cultivo de muda, claro que com muito cuidado tanto com ele quanto aos seus dedos que podem ficar repleto desses espinhos, nada que uma pinça não ajude. Seja mais um criador e veja o quão belo é esse ser que te surpreende a cada nova folha ou a uma flor. Claro que alguns podem ter dar essa surpresa só depois de 80 anos. Isso mesmo, alguns cactos florescem só depois do 80 anos, outros cactos produzem frutos. É isso ao longo desse blog pretendo mostrar esse precioso ser.

Animais e plantas são adaptados aos locais onde vivem pois, de outra maneira, não resistiriam. Os cientistas acreditam que por um processo chamado evolução, os seres vivos se diversificaram e, assim, puderam ocupar os mais diferentes ambientes. Alguns grupos de plantas se tornaram especialistas em viver nas regiões secas, entre os quais estão os cactos – plantas da Família das Cactáceas. Mesmo atravessando longos períodos sem chuvas, eles conseguem permanecer verdes e vigorosos. Suas formas são variadas, a maioria tem espinhos e alguns dão flores muito vistosas, atraindo insetos, pássaros e até morcegos! Quanto aos tamanhos, podem ser pequenos (com dois centímetros de altura, por exemplo) ou ter até dez metros de altura.
Embora sejam adaptados à vida em áreas secas, no Brasil, podemos encontrar cactos em diversos tipos de ambientes. No Nordeste temos o mandacaru, uma espécie que simboliza a região. Ao longo do litoral, nas restingas, os cactos fazem parte da paisagem, já que resistem ao sol forte e ao calor excessivo das areias nos meses de verão. Há, também, os cactos chamados 'flores-de-maio', que são cactos ornamentais encontrados facilmente em floriculturas e que, na natureza, ocorrem em florestas que vão do estado de Santa Catarina até o estado do Espírito Santo.
Nas Américas, os cactos podem ser encontrados desde o Canadá (norte da América do Norte) até a Patagônia (no extremo sul da América do Sul). Ao todo, são aproximadamente duas mil espécies, vivendo desde o nível do mar até em montanhas de 4.500 metros de altitude. Enfim, há cactos em lugares onde cai neve, como no Canadá e nos Andes, e sobre troncos de árvores de florestas, como na Mata Atlântica.
É interessante destacar que os locais muito frios apresentam também clima seco e a água disponível na forma de gelo ou neve não está no estado que a planta necessita. Logo, nesses locais o cacto também precisa ser um especialista em driblar a sede para resistir. No caso das espécies de cactos que vivem nas florestas, vale a pena lembrar aquela velha história de que em toda regra há exceção. Isso quer dizer que, embora a família das Cactáceas seja melhor adaptada a ambientes áridos, existem espécies que não resistem à muita seca e por isso são mais adaptadas a ambientes florestais. Mas, no caso dos cactos que vivem no alto das árvores, existe também a exposição ao sol e ao vento, o que também torna o ambiente hostil.
Os cactos são mais adaptados a ambientes muito secos, em geral, em solos formados por cascalho e areia, onde a água escoa muito rapidamente. Além disso, preferem ambientes abertos e com muita insolação, em regiões também de clima seco.
Uma das adaptações do cacto para viver nesta situação é apresentar raízes superficiais, muito longas e ramificadas, permitindo o aproveitamento de uma grande área de solo que permanece úmida por pouco tempo quando chove. Há espécies que têm uma raiz principal muito grossa para acumular um bom volume de água e substâncias nutritivas. Muitas vezes, essas raízes são mais grossas que a parte aérea da planta.
Os cactos podem ter forma globosa, que são os redondos; colunar, que são os compridos; ou achatadas, como as palmas - cujo nome científico é Opuntia - que costumam servir de alimento para o gado no Nordeste. Essas palmas em especial não têm espinhos, assim não machucam o gado ao serem mastigadas. Porém, os parentes selvagens dessa espécie apresentam muitos espinhos para se protegerem.
E como se dá o acúmulo de água no corpo que faz a planta resistir a longos períodos de seca? A pele, ou cutícula, dos cactos é espessa e apresenta uma cera que ajuda a evitar a perda de água por transpiração. A planta tem também estômatos - estruturas semelhantes aos nossos poros -, que durante o dia, sob sol forte, permanecem fechados para evitar a perda da água na forma de vapor.
Os espinhos são uma característica marcante dos cactos. Na verdade, eles representam folhas que se reduziram no processo de evolução dessa planta. Essa é uma outra maneira de reduzir a perda de água, porque sem as folhas eles evitam ainda mais a transpiração. Os espinhos também protegem o cacto contra predadores e podem, ainda, ser importantes na dispersão da plantas. Alguns animais podem ter partes de cactos, como as palmas, ou mesmo plantas inteiras aderidas a seus pêlos e, assim, transportá-las para outros locais, onde poderão brotar.

Fontes de pesquisa: Rev. Ciência Hoje e Suplementos Agrícola e Feminino do Estadão (www.estadao.com.br)